Tuesday, February 28, 2006

Futebol Espetáculo

As quatro equipas apresentaam-se em boa forma tendo a quarta feito uma exibição exemplar, classificada pela liga com nota 8 a mais alta até ao momento. O I torneio internacional da Machado ficou manchado pela vergonhosa arbitragem do sr. José Pratas que prejudicou de maneira clara os intuitos dos "Leões da Romeira" a melhor equipa do torneio.

A supremacia dos "Celinhas" proveio de uma organização defensiva exemplar alinhando com 3 homens na retaguarda, um triangulo composto por Coimbra e Pacheco e com Fagulha a servir de tampão depois no miolo Bruno, ZeGonças e M. Pratas ficavam encarregues de servir o artilheiro, Fred.
Os resultados mostram-se esclarecedores, o guardião, João Cunha apenas viu a sua baliza em perigo ao terceiro jogo. Porém as vitórias cessaram quando o Sr. José Pratas anula um golo limpo e minutos a seguir manda repetir o penalty que o guarda redes dos Celinhas tão brilhantemente defendeu.


Por fim é de enaltecer a falta de fair-play de alguns jogadores que em todos os encontros apenas se preocuparam em jogar as pernas dos adeversários...Neste lote de jogadores destaca-se o possante central, José Bandeirinha, que se o arbitro tivesse sido minimamente rigoroso não tinha jogado mais do que 2 minutos. Em suma o I torneio Internacional da Machado de Castro mostrou-se um fiasco muito por culpa por algumas atitutes de jogadores que mostram pouco gabarito para o palco em questão e principlamente por uma arbitragem vergonhosa que favoreceu todos menos aqueles melhor futebol praticaram ao longo de todo o torneio.

Sunday, February 26, 2006

hehe



Lucky Luke:

Mais rápido que a própria sombra

Vítor Baía:

Mais rápido que a própria bola!

Estudantes passam, árbitro reprova

Depois de mais um título extremamente irritante relacionando estudantes, exames e notas, vamos lá então falar desse jogo.

A Académica entrou em campo, mesmo com o frio gélido que se fazia sentir no Calhabé, de mangas arregaçadas, pronta para dar tudo pelos três pontos. Surpresas haviam, na defesa, na qual figuravam Sarmento na direita e Vinha na esquerda. Desde cedo reparei que a utilização destes dois jovens jogadores trazia mais profundidade ofensiva à Briosa. Esperava, então, uma equipa balanceada para o ataque, não fossem os dois laterais médios (ofensivos) de orígem.
Começou mal o jogo para os de Coimbra quando, logo ao primeiro minuto, Moutinho corresponde a um cruzamento de Liedson e faz o 0-1. Note-se que Deivid estava em fora de jogo aquando do passe para Liedson. Vão ver ao Sapo XL.
Apesar do golo sofrido, a Académica não baixou os braços. A primeira parte foi totalmente controlada pelos de negro que, apesar das inumeras cavalgadas até à baliza sportinguista, não conseguiram converter um ou dois golos mais que justos, pelo desenrolar da partida. Notou-se que a Académica estava a jogar bem, desinibida, com constantes cruzamentos para o miolo da área, passes de Filipe Teixeira e Dionattan a desequilibrar, boas subidas dos laterais, enfim, faltava só o golo. Poucas não foram as vezes em que o esférico caminhou sem pressas pela área dos leões, sem que ninguém fosse capaz de lhe dar um pequeno toque lá para dentro. Serjão destacou-se, pela primeira vez, na equipa da casa como um bom avançado, com boa mobilidade, bom jogo de cabeça (apesar de ter desperdiçado uma boa oportunidade) e com poder físico para jogar na área.

A segunda parte teve início com uma Briosa mais nervosa, com menos domínio. Os verdes tiveram até algumas boas oportunidades para aumentar a vantagem, até que, Nelo Vingada resolveu mexer na equipa, efectuando a clásica substituição de ataque - defesa por extremo - fazendo entrar Luciano para o lugar de Sarmento que, francamente, não estava a cumprir.
Com esta substituição esperava-se que a Académica retomasse o domínio da primeira parte.
Acontece que tinha saído um lateral, e as trocas de posições derivadas dessa mudança de táctica ainda não estavam acertadas. Como tal, após um corte de Hugo Alcântara, a bola ficou em "no man's land". O fininho atrasado mental avançado do Sporting aproveitou essa situação de descompensação defensiva e, numa execução perfeita desencantou um fantástico remate direccionado à baliza Académica. Pedro Roma sem hipóteses. 0-2. Não se pode atribuir a culpa total do golo a Alcântara, uma vez que pelo menos um homem estava despisicionado na defesa. Por outro lado, o cabeceamento do central foi completamente estapafúrdio, uma vez que não tinha oposição para tomar uma medida tão desesperada.
Aí o jogo acabou, para os de Coimbra. O Sporting segurou o resultado e a Académica estava já desorientada. Poucas mais jogadas de ataque se viram daí até ao fim da partida. Apenas um bom remate de Vítor Vinha, que rasou o poste de Ricardo e um remate desperdiçado de N'Doye.
No fim da partida teve lugar o acontecimento que despontou em mim alguns sentimentos nefastos contra o enfezado goleador lagarto. Após este ter importunado a acção de Roma repor a bola em jogo, agarrando-o, o guardião limitou-se a afastá-lo, o que o brasileiro tomou como uma forte violentação física, sendo prontamente atraído para o chão, contorcendo-se com dores. O guarda-redes foi expulso, Gelson assumiu o lugar de guarda-redes e Nani converteu a grande penalidade. E foi isto.

Bom:
- A atitude da Académica perante a desvantagem de um golo. O futebol jogado foi muito bom.
- Luciano efectuou dois ou três bons cruzamentos o que, para ele, é muito bom.
- Dionattan teve três ou quatro boas jogadas no ataque e defendeu umas coisitas. Es´ta claramente a subir de forma.
- O capitão Brum rubricou uma exibição impecável. O "parede" foi o melhor em campo, controlando o meio campo como ninguém.
- Vítor Vinha foi uma adaptação feliz a lateral esquerdo, sendo o seu lugar natural a médio. Não será concorrência para Ezequias mas tapou bem o buraco.

Mau:
- Sarmento cruzou muito mal durante todo o jogo.
- O árbitro foi mais uma vez extremamente parcial.
- Falta de velocidade no reposicionamento da equipa após substituições.
- N'Doye está a jogar mal, para o que se esperava. Teve uma ou duas boas jogadas, mas a sua visão de jogo e aparente falta de capacidade comprometeram algumas investidas dos negros.
- Desperdício enorme de jogadas de perigo pelo ataque da Académica. Fiquei com a ideia de podíamos ter marcado dois ou três golos, no mínimo, mas nunca lá estava ninguém para encostar!
- Os lugares cativos da zona do estádio onde eu estava estavam cheios de lagartos. Não percebo como é possível dixarem que aquela gente esteja perto dos académicos. Ou, na pior hipótese, condeno totalmente esta enorme vaga de camaleões que se dizem da Académica durante apenas 32 das 34 jornadas.

E quem não salta é lampião ole ole

Desloquei-me ontem à noite ao Estádio cidade de Coimbra para ir assistir o clube da minha cidade contra o "grande" sporting...
Grande, pelo menos acho que já foi o segundo maior clubue português mas neste momento está ao nivel do Braga ou do nacional, isto na opinião do Eng. Rui Alves.
Ontem tive a confirmção desta tese já que as claques sportinguistas começaram a entoar "briosa é merda" ou o comum "filhos da puta slb", este tipo de comportamento demonstra toda a pequenez do conjunto leonino já que se sente obrigada a provocar um clube que luta pela manutenção e insiste em rebaixar a grandeza do Sport Lisboa em Benfica.
Por ter assistido a este pequeno espetaculo já valeu a pena ter saido de casa com aquele frio, numa palavra: gostei

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Saturday, February 25, 2006

Este senhor...


...não sei o que lhe fazia. Mas já me ocorreram muitas coisas. Envolvendo, nomeadamente, facas, paus afiados, fogo, spray de ácido, aqueles cabos com uma extremidade metálica com que se marca o gado, forquilhas, variados tipos de arsenal bélico e uma tesoura da poda.

Já a este...

Meu Deus!

Faço a análise do jogo apenas amanha para não me descontrolar (com esta podridão. E note-se: já estive a ouvir música sacra para acalmar).

Obrigados pela compreensão

Thursday, February 23, 2006

"Opitozulado"


Aproximamo-nos de uma altura do ano em que se dizem e fazem muitas coisas que me suscitam um vontade quase incontrolada de rir. Não, não é do Carnaval que me referiu mas sim ao próximo Benfica – Porto que vamos ter oportunidade de assistir no domingo na Sport Tv.

Digo que esta época é propícia a muita controvérsia já que desde que me lembro assisto episódios hilariantes com os protagonistas do espectáculo. Para começar vou recuar uns anos, quando Paulinho Santos, esse mítico jogador azul e branco, e João Pinto, o menino deoiro encarnado, se envolvem numa cena de pancadaria que rivaliza com a dentada do Mike Tyson ou com o olho negro do Artur Jorge quando teve a brilhante ideia de deixar o Sá Pinto no banco. Todavia não e só de memórias distantes que se faz o “clássico”, na época transacta assistiu-se a um rol episódios tanto de ridículos como de recambulescos. Desde uma arbitragem algo duvidosa do Sr. Olegário Benquerença ao celebre discurso do Sr. José Veiga, que é já um marco importante nos discursos dos grandes lideres do século XXI, onde este afirma categoricamente que não gosta de champanhe e que não bebe champanhe para além de ter avisado educadamente o Sr. Pinto da Costa para o Porto ter que ter cuidado com o “pitoazulado” já que o “pitodourado” andava a pôr todos os dirigentes desportivos do norte em polvorosa…Não sei o que quis dizer com tão sapientes palavras mas acredito piamente que terão um sentido que transcende à maioria da população.


E qual é o porquê da maioria das disputas nestes jogos? A arbitragem. Pois é, tantos anos depois dos primeiros casos, das viagens ao Brasil para o Sr. José Pratas Jacinto Paixão e companhia, a arbitragem continua a ser tema quente em Portugal e no mundo…
Continuam a ser alvo dos maiores insultos, os árbitros de futebol são, sem dúvida, a profissão que menos respeito social têm. Mesmo considerando a falta de integridade de alguns dos “homens do apito” creio que na maioria dos casos as más arbitragens se devem a erros humanos e não a pressões, dinheiros, influencias etc como muito defendem. È certo que muitos clubes são beneficiados e muitos outros prejudicados mas quando existe um fora mal assinalado que dá origem ao livre que por sua vez dá canto que dá o golo da equipa adversária há quem exclame “LADRÃO o fora que deu o livre que deu o canto que deu o golo, foi mal assinalado, QUE ROUBO”. Quando vejo situações destas, talvez não tão exageradas, apetece-me rir! O que seria o futebol sem um penaltizinho duvidoso ou um cartão mal mostrado? Seria só uma parte do espectáculo, seria o fim do Show-de-bola, da bancada central, do jogo falado das longas discussões de café onde se repete até à exaustão que o remate do Petit é golo claríssimo e que o Benfica só perdeu porque aos 12 minutos roubaram um penalty…
È a vida, os árbitros como humanos tem o direito de falhar, tal eu e todos nós incluindo o Mourinho (que só fala quando lhe convém) falhamos, agora é necessário que a “terceira equipa”esteja bem preparadas de modo a evitar “casos” polémicos.



Todos nós já nos sentimos injustiçados pelo árbitro e todos nós já fomos injustos para com ele, quantos de nós não criticaram veementemente o fiscal de linha que assinalou penalty na mão do Abel Xavier? Hoje, quase seis anos depois, admito que errei e que fui extremamente injusto já que foi de facto mão na bola. Na altura conjecturei mil e uma teorias da conspiração onde o pobre eslovaco estava a soldo da UEFA que queria a todo o custo uma final Holanda – França. Triste pensar assim, triste de quem a todo o erro do trio de arbitragem, logo vê um complot para “tramar” o seu clube ou para beneficiar o rival. Há que erradicar, tal como o racismo e a violência, este tipo de comportamentos. Há que erradicar homens como o senhor José Veiga ou senhor Pinto da Costa que aproveitam as suas posições para inflamarem a opinião pública contra o homem do apito…



Para terminar relembro a todos a história, de Anders Frisk, o árbitro do último Barcelona-Chelsea que após as declarações de Mourinho, que o acusa de parcialidade e de o ter visto a falar com o treinador “culé” no intervalo do dito jogo viu-se obrigado a abandonar o futebol derivado ao facto de a sua família ter sido vítima de ameaças de morte por parte adeptos (fanáticos) “blues”.
Que este pequeno incidente nos sirva, a todos, para repensar do modo como tratamos e nos referimos aos árbitros.

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Wednesday, February 22, 2006

metes nojo



eis um podre do futebol portugues, o verdadeiro vencedor do Gil Vicente - ACADÉMICA


Bruno Pixão, nunca arbitraste um jogo em condições, ES VERGONHOSO

Tuesday, February 21, 2006

Vamos Benfica! parte II


O benfica conseguiu, à poucos minutos, um tangencial mas importante triunfo sobre os actuais campeões europeus. Um jogo fraco, e muito táctico onde nenhuma equipa se mostrou capaz de se sobrepor à outra até que Ronald Koeman, num raro golpe de lucidez, tira Beto e coloca para o seu lugar Karagounis...A história do jogo muda com a entrada do internacional grego que revolucionou por completo o meio campo encarnado que passando a dispôr de muito mais criatividade fez com que o Benfica embalasse para uma vitória dificil conseguida após jogada estudada entre Petit e Luisão, os mesmos intrevenientes do título, que colocam o glorioso com um "pé" nos quartos de final da liga milionária.


As grandes noites europeias estão definitivamente de regresso ao estádio da Luz e só "rezo" para que Ronald Koeman não se lembre de colocar Beto a titular no inferno de Anfield Road porque apesar da preciosa vantagem, esta é magra, e a qualquer momento a qualidade dos "beatles" pode vir ao de cima e causar danos irreversiveis às aspirações encarnadas!

you'll never walk alone!FORÇA BENFICA!!


P.S Os que nao se sentirem bem, aconselho a tomar umas pastilhitas para a azia...

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Monday, February 20, 2006

Vamos Benfica!


Encontro-me neste preciso momento a ouvir o mitíco hino da mitíca prova, a antiga Taça dos Campeões Europeis, da qual o glorioso é detentor de 2 titulos e outras 5 finais...As grandes noites europeias estão de volta ao Estádio da Luz, e eu como benfiquista nao posso estar mais emocionado e apreensivo como estou hoje..Peço a todos os portugueses, benfiquistas e os outros que se unam uma vez mais em torno do maior clube de Portugal!

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E agora?

Pois é, sim senhor. Já somos um blogue a sério! Pela primeira vez houve os chamados problemas técnicos. Daí eu não ter apresentado a minha crónica do último jogo da Briosa.
Mas passemos ao que interessa:

Gil Vicente 4 - 3 Académica

Um bom jogo de futebol, segundo me dizem, daqueles que não dá gosto nenhum perder.

A Académica começou o jogo com P. Roma à frente das redes, Pedro Silva, Danilo, Hugo Alcântara, Ezequias a compor a linha defensiva, Roberto Brum, N’Doye, Sarmento e Filipe Teixeira a controlar o meio-campo e a dupla de matadores Joeano - Gelson.

Os estudantes começaram melhor o jogo com sucessivas investidas ofensivas direccionadas à baliza do guardião Paulo Jorge (N'Doye falhou um golo) e, aos 7 minutos de jogo, aconteceu o inevitável: SuperJoeano introduziu o esférico na baliza gilista, no primeiro de três tentos apontados pelo avançado originário da cidade brasileira de Fortaleza. Após uma abertura de Sarmento, Ezequias centra e Joeano cabeceia, de cima para baixo, como mandam as regras e poe a Briosa na frente.
Volvidos dez minutos, eis que senão, Ezequias trava uma jogada atacante do adversário e é expulso após ter visto um vermelho directo da mão de Bruno Paixão.
A Académica ressentiu-se da falta do artístico lateral esquerdo. Sem que Nelo Vingada mexesse na equipa, a defesa ficou descompensada, com muitos espaços abertos, e ,não foi surpresa para ninguém quando, aos minutos 21 e 24 o Gil marcou e arrebatou a frente do marcador aos capas negras, em dois lances de bola parada, para não variar, em que a defesa academista é batida pelos ares.
Mas, fazendo jus ao seu nome, a Briosa não desistiu. Ao invés. Continuou a atacar e ganhou um penalty, quando a bola bateu na mão (ou a mão na bola) de João Pedro, em plena área defensiva. Joeano (quem mais) foi chamado à marcação e converteu. Estava feito o bis do jogador e restabelecido o empate no jogo.
Ainda a Académica estava a fesejar o golo, e já se via de novo em desvantagem. Mais uma vez de bola parada, e depois de sucessivas defesas de Pedro Roma, a defesa academist ficou a ver a bola a atravessar a linha de golo, com o guardião aos saltos pela lama a tentar evitar o golo certo.

Foi-se assim para intervalo, com uma primeira parte bem disputada, com cinco golos e uma expulsão, com a Académica sem qualquer solidez defensiva, muito condescendente, o ataque gilista como faca quente em manteiga. Bom, esperava-se a continuação de uma partida bem desputada para a segunda parte.

Esta, começou muito morta, pela parte da Académica, mas com os espaços bem tapados, sem margem de manobra para o ataque da casa. Entraram Nuno Piloto e Dionattan, que mexeram com o jogo, dando-lhe mais velocidade. O brasileiro tanto mexeu, que, ao minuto 72, teve uma boa jogada pela extrema direita, indo centrar atrasado à linha, direccionando a "chincha" para a entrada da área onde se encontrava o inevitável Joeano Pinto Chaves. Com um remate em jeito, bem disferido, jogador que serviu de inspiração goleadora a esse Marcinho, Marconi, Marco, completou o hat-trick que lhe coroou uma exibição galáctica.
A Académica mostra-se então mais espevita no ataque, tomando a iniciativa de jogo. Paulo Adriano, depois de entrar, ainda consegue falhar um golo depois de uma boa jogada individual. Mas, apesar do momentum adquirido pela Académica nestes minutos, o Gil consegue ainda facturar mais uma vez, através de Carlos Carneiro, num lance em que toda, e repito, toda a defesa negra ficou parada a ver jogar.
Nos fins do jogo ainda houve tempo para mais um "perder de cabeça". Pedro Silva foi expulso num período em que já não havia esperança numa reviravolta.

Este jogo, ora bem, este jogo foi uma enorme frustração para todos os academistas que o acompanharam. Marcar três golos fora e perder é falta de alguma coisa. Falta de treinador, digo eu. É semi-escandaloso perder um jogo com 3 bolas-paradas. A culpa disso é, obviamente, do treinador, que não treina estas situações devidamente. Falta consistência defensiva a esta equipa, e não é pela falta de Zé Castro. Já foram perdidos 14 pontos este ano devido a jogadas como estas, o que é no mínimo inconportável por uma equipa profissional!

Noutros ápartes, nota-se que Joeano está num pico de forma, que Alcântara está a "enterrar" vezes de mais, o ataque está bem, a defesa está mal, basicamente.

Houve, segundo o Prof. Vingada, "outros" factores que condicionaram a exibição da Académica. Nada posso dizer, porque não vi o jogo. Mas, posso, no entanto divagar acerca das qualidades jurisdicionais do Sr. Bruno Paixão. Pelo que ouvi, o juiz foi extremamente parcial numa série de lances. Mostrava cartões aos de preto em sitações semelhantes às que nem uma repreensão valiam para os de Barcelos. Marcava livres à entrada da área academista de orígem dúbia. Enfim...

Mesmo assim, tendo perdido este jogo, e jogando contra o Spórtem para a semana que vem, penso que há as chamadas hipóteses de uma premanência algo segura no escalão primodivisionário do campeonato nacional. Basta a defesa ser afinada, levar algum óleo nas juntas, que se corrigem os erros.

Saturday, February 18, 2006

Show de Bola

A semana até me estava a correr bem...a cereja no topo do bolo foi hoje quando o cada vez menos "glorioso" levou 2 do penultimo classificado....Estou prestes a perder as estribeiras. Só me apetece ,dado às ocorrêcias do Estadio D. Afonso Henriques, mandar aquele holandes da merda pá puta que o pariu! Sim estou a mostar o meu lado broeiro, ileterado, iracional! Está aqui presente toda a minha disposição para a animalidade. Mas também essa é uma característica intrínsca do benfiquista, não é verdade?

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Coisas que se passam

Terei sido recrutado para a Cia? Estarei em hibernação? Nem por isso. Estou por aqui, mas com pouco tempo para estas coisas. Mesmo em assim sendo, cá vai o resumo das ocorrências desta transacta semana:


Na segunda-feira, O Sportém foi o azarado sorteado para defrontar a Académica nos quartos-de-final da Taça de Portugal. Como dizia o meu caro Zé Bandeirinha, "estamos nos quartos e já ouço falar em Jamor".


Na terça-feira, o Presidente da AAC-OAF, José Eduardo Simões foi apanhado com cerca de 200 000 € no veículo pela PJ (alegadamente após uma denúncia anónima). Na minha modesta opinião, estava a caminho da Polónia para possíveis transferências e o dinheiro era para pagar as caríssimas portagens alemãs. Não, agora fora de brincadeiras, toda a gente sabe que o homem tem algum jeito para a maltrapilhagem, desde os tempos no urbanismo na CMC, mas não me parece que seja tão burro ao ponto de deixar a massa no carro, à espera de ser encontrada. Ele lá há de dar as suas razões. Inocentum est inté provum in contrarius.


Quinta e sexta-feira, Zé Castro foi dado como certo no Deportivo de La Corunha (onde joga Jorge Andrade, referenciado como reforço para o Barcelona), no Porto e, finalmente, a Marca, jornal desportivo espanhol, dá-o como tendo já assinado contracto no Madrid (no Atlético, claro, que o Zé Castro nunca se iría enterrar para o Real). O Jogador, em declarações exclusivas aos Pardalitos do Choupal afirmou que ainda nada está decidido.


Amanhã, a Académica desloca-se a Barcelos, para defrontar o Gil Vicente, equipa que venceu nos últimos seis encontros (um dos quais para a taça). As novidades nos convocados são Gelson e Pedro Silva. Com muita pena minha não me posso deslocar à terra dos galos por manifesta falta de tempo, como já disse lá em cima.

Saudações Académicas!

Tuesday, February 14, 2006

Muito apropriado...

Hoje sinto uma vontade ridícula mas absolutamente necessária, quase apodíctica, de escrever…Febrilmente digito os caracteres que irão constituir, esta divagação…Divagar é, infelizmente, aquilo que desde pequeno melhor faço…Lembro-me de me perder na escola com as aventuras do Luke Skywalker, de faltar as aulas para jogar CS, fazer testes a pensar no próximo jogo do Benfica., vir para a rua só mesmo para irritar um professor. Mas aquilo que nunca fiz foi concentrar-me devidamente em alguma coisa que tenha feito…
Muitos pensarão que este pequeno desvario se deve ao dia de hoje, que passo a classificar de Ridículo…Ridículo porque não é mais do que um dia de consumismo, inventado para alguém vender entre o Natal e Páscoa, ridículo porque a única preocupação de cada um dos atarefados apaixonados é comprar um prenda para o respectivo namorado/a….Já nem comento....Antes fosse algo relacionado com este dia que me atormentasse…é bem mais grave...sinto-me perdido. António Oliveira de Salazar uma vez afirmou “ sei muito bem o que quero e para onde vou” para mim estas palavras são completamente vazias de conteúdo político, e gostava de fazer delas uma máxima de vida. Não por serem de quem são, não é isso que está em causa, mas pelo seu valor; por isso decidi hoje dar um novo rumo à minha vida, acreditar nas palavras do meu pai que há alguns tempos para cá me tem dito incessantemente para trabalhar. Tenho que abdicar de algumas coisas que apesar de tudo são importantes para mim, está na hora de mudar...de crescer, tenho que me deixar de picardias sem importância, sarcasmos sem piada, de divagar…ou seja tenho que deixar de ser como sou. Devo encontrar um ideal de vida, deixar o Darth Vader, que apesar de tudo é um símbolo quase mítico na minha vida, e tudo aquilo que ele representa na gaveta…
Outros questionaram-se qual a razão para este conjunto de disparares e o porquê da adulteração do tema deste espaço, tinha vontade de deixar um testemunho de como as coisas por estes lados vão mudar e para além disso não posso esquecer a importância que o futebol tem na minha vida, é quase um refúgio, uma maneira de quando estou à frente da televisão, no estádio ou a discutir num café me esqueço dos meus problemas. Acho que não sou o único que vê o futebol como o seu maior hobbie e é por isso que considero este jogo como uma parte integrante de nós, e englobo neste “nós” todos os amantes dos livres directos, das trivelas, das fintas do Ronaldinho, todos os apaixonados pelos seus clubes seja o Nacional, a Académica o Benfica ou o Porto porque o futebol é isto mesmo: Paixão…Por tudo que me proporcionou, obrigado…e para terminar (duvido que alguém tenha acabado de ler) deixo esta frase típica da “pátria do futebol”: I LOVE THIS GAME!poético ne c'est pas?






P.S Peço desculpa pelo massacre, mas tinha mesmo que ser, voltamos com os moldes “normais” em breve…Saudações desportivas da gerência(14/02/2006)

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Monday, February 13, 2006

"Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal"







Realmente não sei se o Ricardo encontrou a vocaºao dele....mas ficou provado que é verdadeiro lusitano que quer chegar pelo menos a final(ganhar ja nao)Contra os canhões marchar marchar.....

Sunday, February 12, 2006

"Oh boring boring chelsea"


“Oh boring boring Chelsea” típica musica, entoada pelos adeptos rivais dos blues…mas é um facto de apesar de ter um jogo pouco atractivo tendo em conta o espectáculo da Permier League , a equipa orientada por Mourinho, essa lenda viva do futebol, tem dominado a seu belo prazer o competitivo campeonato inglês. Até ao passado domingo, o “chelsky” tinha 16 pontos de vantagem para com o segundo classificado, o Manchester United de Sir Alex Fergunson e Carlos Queirós e 21 sobre o Liverpool orientado pelo grande rival de Mourinho, Rafa Benitez.
Apesar da supremacia do seu futebol, este sábado, os blues foram surpreendidos pelo Midlesbrough de Rochemback por uns esclarecedores 3-0…E depois…?é por ter sido humilhado que o chelsea deixa de ser a maquina que nos habituou? Claro que não! È preciso ver (ber) que os jogadores são humanos e também erram, o próprio Mourinho também erra, apesar de ser raro, e de ele não o admitir. Esta semana ficou provado que não há equipas invencíveis, para alem do Chelsea tanto a Juventus como o Barcelona, esquadras temíveis e consideradas expugnáveis, perderam em jogos a contar para as suas respectivas ligas.
Acredito piamente que este jogo foi uma pequena mancha sem importancia na brilhante carreira dos londrinos e que a o titulo está ganho, o grande desafio dos pupilos do nosso José,é o Barcelona, que para mim não é mais do que a melhor equipa do mundo...


Já que estamos a analisar os factos ocorridos esta semana em terras de sua majestade aproveito para chamar a atenção a falta de ética de “Felipao” que em entrevista a BBC admitiu que para treinar a selecção Inglesa precisava de aprender Inglês..Não creio que as palavras do seleccionador não devem ser passadas incólumes. È mais uma prova categórica, que Scolari, não e mais do que um mercenário,alguém com pouco caracter, mas isso não e nada que nós já não sabíamos…

Saturday, February 11, 2006

Vergonha, Escândalo, Abuso



É inefável a revolta que sinto. Já explico.
No jogo de hoje, a Académica arrancou com garra. Logo que cheguei ao estádio, os de negro protaginizaram uma bela combinação atacante que, por pouco, não foi convertida em golo. Auspiciei desde logo um bom jogo.
Muito enganado estava eu. Aos quinze minutos, apesar de dominarmos o jogo, não tínhamos ainda concretizado. Foi assim a primeira parte: dominámos mas não convetemos. Aliás, há que denotar que, ainda no primeiro tempo, começou a cheirar a arbitragem facciosa pela parte de Paulo Baptista. Faltas cirúrgicas assinaladas contra a Académica, cartões perdoados aos axadrezados (muita repreensão houve para com eles), enfim...
Um pouco contra a corrente do jogo, o Boavista marcou. Através da conversão de um pontapé de canto, (o energúmeno do) João Pinto saltou mais alto que um N'Doye um tanto ou quanto condescendente. Fomos para intervalo a perder.

A segunda parte começou como a primeira. Fomos para cima do Boavista, mas durante pouco tempo. Passados dois minutos já nos encontravamos na típica encalacração que nos tem caracterizado. O árbitro começou a ser propositadamente (a meu ver) benéfico para o Boavista. Inventava faltas à Académica, perdoava cartões sucessivos à equipa do Bessa, recorrendo às tais advertências eternas.
Nos entretantos entrou Serjão para o lugar de um apagado Dionattan. Nelo Vingada tenta atacar mais o jogo com o intuito de virar o resultado. Continuam as faltas, faltas, cartões, faltas, faltas, cartões, cartões e... faltas.
Pedro Roma ainda efectivou um par de boas defesas, dando uma pequena fífia instantaneamente corrigida por Ezequias (este que, sim senhor, rubricou uma exibição passável, ao contrário da maioria).
O jogo abriu um pouco, houve três ou quarto jogadas dignas desse nome e N'Doye até falhor um um golo, até que se deu a jogada seminal deste encontro: Paulo Jorge simulou uma falta, o árbitro mandou-o levantar, o jogo seguiu, P. Jorge continuou no chão e, quando a bola saíu, foram perdidos cerca de quatro minutos de jogo com o referido jogador a tentar recuperar de uma hipotética contusão (daquelas que desaparece mal sai do terreno). Choveram contumélias dirigidas ao árbitro por ter consentido esta atitude. Os de amarelo deixavam, então a sua indelével marca nesta partida, uma vez que a Académica não mais se reencontrou.
Jogadas estapafúrdias, passes desprovidos de qualquer sentido e um careca a rubricar inanes substituições entre as quais a de Joeano, que não a merecia de todo, enviando lá para dentro Fernando (quem?).
A Académica arriscou então um estilo mais atacante, com quatro homens na frente das operações, esforço infrutífero uma vez que Paulo Jorge, em contra-ataque, cruza para João Pinto que volta a facturar na partida. Este jogador, que deveria ter sido banido do futebol há quatro anos, não viu como impedimento o facto de estar a ganhar e de ter marcado dois golos para continuar a practicar mergulho olímpico. Cada toque... splash... para a banheira.
O Boavista acabou o jogo a fazer gato-sapado da Briosa desinspidara, macambúzia, incapaz perante o adversário.

Neste jogo se viu mais uma vez o estado do futebol português. Este Paulo "funâmbulo" Baptista, o verdadeiro vilipendiador do jogo há de passar o Carnaval no Brasil, juntamente com os seus compadres Bernardino Silva e Arlindo Santos. Mais, estes árbitros são tão burros que protegem um jogador que agrediu um deles no último mundial.

Pontos bons (aliás, menos maus):
-Ezequias está a voltar a correr
-Joeano lutou quanto o deixaram
-Não estava muito frio na rua, por isso não apanhei nenhuma constipação
-Luciano esteve menos mal, a meu ver. Tem um bocadinho mais de gás que nas últimas exibições

Pontos maus:
-N'Doye jogou muito mal. Comprometeu no primeiro golo ao deixar-se suplantar pelo Rocky Pinto, vinte centímetros mais baixo que elee falhou um golo à frente da baliza, por falta de rapidez
-Filipe Teixeira não espalhou a magia que lhe conhecemos. Fez um jogo muito fraquinho
-Nelo Vingada não mostra trabalho de casa feito. Não há jogadas combinadas. Não há entruzamento na equipa, não há um grupo. Cada jogador joga por si.
-Brum estava de certa maneira complicado. Enrolava demais e isso podia ter-nos valido um resultado mais amplo
-A equipa de arbitragem, que saracoteou de forma injuriosa para a Académica as leis do futebol. Mais uma vez, a realidade desportiva passou ao lado do jogo.

A Académica fica então na mesma, com os seus 26 pontos em situsção de aflito. Agora é rezar à Nossa Senhora de Caravaggio pela sanidade mental do mister Vingada.

Bom, cá vou eu para o ECC

ver a minha Briosa dar show de bola.
Vou ter que apostar neste senhor para marcar.
Depois do jogo a gente mete aqui o resuminho.

Até logo e BRIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSA

Thursday, February 09, 2006

A festa da taça

Tarde de taça na passada quarta feira, da vila das Aves ao Funchal a “festa” do futebol como sapientemente o nosso “guru” Gabriel Alves apelida à taça de Portugal.
O jogo nas Aves já foi convenientemente abordado pelo caro MPS, por isso vou-me abstrair de qualquer comentário a fantástica presença da briosa nos quartos de final da competição.
Com o Futebol Clube do Porto isento, o Sporting e o Benfica receberam respectivamente o Paredes e o Nacional da Madeira. A equipa de Alvalade teve sérias dificuldades em levar de vencida a modesta equipa de Paredes, tendo alcançado o golo da vitória já na compensação através de um penalty convertido pelo “menino-prodigio” sportinguista, João Moutinho.
O Benfica tinha tarefa dificultada, já que recebeu o 5º classificado, orientado por um verdadeiro peso-pesado da Liga, o poderoso Manuel Machado, um neo- intelectual da bola, que apesar do seu estilo pouco convincente tem mais “obra” feita do que os pseudo sucessores de Mourinho.
Os campeões nacionais apresentaram-se num esquema táctico semelhante ao do ultimo jogo em Leiria, tendo havido entradas na minha opinião muito benéficas para a equipa como as de Geovanni, Manduca e principalmente de Karagounis, que pela primeira vez esta época mostrou todo o seu futebol. Para além das boas exibições já mencionadas, tenho que obrigatoriamente salientar a subida de forma de Manuel Fernandes e de Laurent Robert, e elogiar o grande jogo que Léo fez; foi gigante tanto a defender como a atacar e demonstrou que é dono e senhor do lado esquerdo da defesa.
Apesar da boa prestação individual e a colectiva o jogo não se mostrou nada fácil para os “encarnados” muito por culpa do guarda-redes dos insulares, Hilário, que fez (já nos habituamos) um espectacular jogo!
Nota negativa para este jogo vai para Ronald Koeman que mais uma vez apostou em Beto para o miolo, bem que se esforça mas não é claramente jogador para o Benfica mais a equipa não ganha absolutamente nada com brasileiro em campo.
Mas ver esta “nódoa” jogar não é nada que os benfiquistas não estejam já habituados, agora Koeman esgotou a minha paciência quando tirou Manduca (o melhor em campo até a altura) e não tirou Nuno Gomes ou Simão, duas sombras daquilo que já jogaram, tendo o segundo inclusivé falhado uma grande penalidade ainda no primeiro tempo.
Na lotaria dos penaltys a sorte sorriu ao Benfica que através do capitão Simão Sabrosa carimbou a terceira presença consecutiva nos quartos de final da taça de Portugal…


Neste momento restam 8 equipas que lutam para trazer a taça para casa, de salientar o facto que nenhuma equipa de escalões secundários esteja incluída neste lote, é pena…porque a taça é isso mesmo…uma festa.

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Wednesday, February 08, 2006

Banho "galáctico"


"O Saragoça bateu o Real Madrid por surpreendentes 6-1 na primeira mão das meias-finais da Taça do Rei de Espanha. A equipa "merengue" não foi capaz de reagir e o Saragoça tomou conta do jogo, onde Diego Milito foi a estrela." in record online




Foi bem "real" este jogo...e continua a saga"galáctica" dos merengues!

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Briosa não apanha gripe do Aves


A Briosa está qualificada para os quartos-de-final da taça de Portugal.
O jogo, que teve lugar na vila das aves, contra o Desportivo local, treinado pelo mito vivo "pssôr" Neca, foi bem disputado pelas duas equipas.
A Briosa começou melhor e, cerca dos 20 minutos de jogo, inaugurou o marcador através de um auto-golo da autoria de Vítor Manuel. Após um cruzamento de um dos de negro, o infeliz avense introduziu a redondinha na sua baliza.
Após um par de boas jogadas, aconteceu o impensável. No seguimento de uma jogada menos feliz do capitão Roberto Brum, o Aves consegue balançar as redes da baliza academista.
Ainda antes do interregno da partida, o Aves teve duas oportunidades soberbas de passar para a frente do marcador, numa das quais a bola embateu violentamente na trave, e na outra foi miraculosamente salva por Vinha.
Os de Coimbra entraram na segunda parte já com Joeano a substituir Gelson, por lesão, e com outro espírito. O jogo recomeçou vivo e com ataques consecutivos das duas equipas, mas com a Académica a carregar mais no acelerador.
O resultado final ficou definido ao minuto 78 após um excelso remate da autoria do inevitável Joeano, um remate colocado, dirigido ao canto da baliza do guardião Mota. Até ao minuto 90, N'Doye e Hugo Alcântara ainda tiveram tempo para falhar um golo cada um, mas o mais importante estava conquistado. A vitória!

Assim a Briosa chega mais uma vez aos quartos-de-final, e espera-se que a "fruteira" volte ao lugar onde pertence desde 1939 - o Calhabé

Tuesday, February 07, 2006

Grande Briosa

Foi sem os valorosos Hugo Alcântara e Roberto Brum que a Briosa venceu por um esclarecedor e incontestável 3 a 0 a formação de Paços de Ferreira. Um jogo importantíssimo entre duas equipas que no fim da anterior jornada apresentavam proximidade na tabela. Academistas como eu, tiveram todos os motivos para comemorar no Sábado passado. Foi uma grande exibição que pôs todos bem dispostos!Na defesa, Danilo, mostrou mais segurança, com menos faltas do que nos tem habituado. Ezequias, não tão “inventão”conseguiu dar provas do seu potencial técnico, ajudando a sua equipa na criação de perigo. Foi Ezequias que esteve na origem do segundo golo da Briosa, finalizado por Mangualde num desvio infeliz para a própria baliza. N’Doye, Zada e Joeano também lutaram bem em campo.
Os golos, esses fizeram-me soltar uma alegria que já há algum tempo não me dava ao luxo de gritar naquele Estádio. De dois reforços, saíram dois grandes golos. Vieram de Gelson e Serjão. Após o intervalo, Dionattan passa a bola a Gelson, que finalizou da melhor forma que sabia. O segundo, como já foi dito foi marcado na própria baliza na sequência de um ataque de Ezequias que passa o esférico a Dionattan, que faz o remate que Mangualde desvia para a sua própria baliza. Serjão não quis ficar a ver, marcou aos 93 com a assistência de Filipe Teixeira.
Essencial neste jogo, voltou a ser Pedro Roma. A Bola considerou-o o melhor em campo. Não tenho dúvidas que este grande guarda-redes, em todos os jogos, seja um elemento de um desempenho louvável no plantel da Briosa. Tem toda a razão quando diz à imprensa que o intervalo fez bem à sua equipa.
Neste jogo, não podemos esquecer a visita de Fredy à casa onde jogou. Foi bem recebido, foi aplaudido e aplaudiu também o público de Coimbra. Um gesto notável de dignidade, próprio de um jogador que passou pela Briosa: um lar e uma família que sabe estar ao nível e marcar a diferença visível no público e em todos os que por lá passaram, como o Fredy.
Encontra-se então a Académica num confortável e ambicioso 11º lugar no meio da tabela classificativa. Assim como esta posição, importa também amanhã manter a presença na Taça de Portugal, jogo para o qual Nelo Vingada já mencionou haver “tolerância zero”, dada a respeitabilidade do adversário, que já eliminou da competição equipas como o Sp. Braga e o Belenenses.

Um grande abraço aos bravos que amanhã vão estar em Vila das Aves a apoiar a maior instituição de todos os tempos, a criação mais responsável por alegrias que nem todos são dotados para sentir: a Académica de Coimbra, o primeiro e único GRANDE, o grupo que nunca esteve na moda, mas tem o melhor apoio dos tempos!

Também disponível em www.amesaecafe.blogspot.com

sem comentários

"A Federação da República Democrática do Congo omitiu ao avançado LuaLua a notícia da morte súbita do seu filho de 18 meses, ocorrida dia 20 de Janeiro, por forma a não perturbar o rendimento do jogador na Taça de África das Nações. Apenas após o afastamento da prova, sexta-feira, face ao Egipto, os responsáveis federativos informaram o jogador do Portsmouth do sucedido, 13 dias após o trágico evento.A notícia, avançada por diversos órgãos ingleses, ganha contornos mais dramáticos se tivermos em conta que, numa entrevista a um jornal africano dia 26 – seis dias após a morte do filho –, LuaLua ter falado com orgulho dos três filhos, sem se dar conta de que um, entretanto, falecera.O ocorrido poderá agora fazer o avançado de 25 anos repensar a carreira internacional, tanto mais que, também ao serviço da selecção, sofreu em Setembro um ataque de malária que o colocou em risco de vida, para além de ter recebido ameaças de morte após ter sido expulso num encontro da transacta edição da prova." in record online
O que podemos nós dizer?

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Monday, February 06, 2006

In Memoriam


Estes três senhores, perdão, dois senhores e uma senhora que durante mais de cinco anos deram algum brilho a essa publicação lampiona que é "A Bola", fizeram com que aquelas últimas páginas me fizessem adquirir o referido pasquim, duas a três vezes por semana, até ao dia em que a internet chegou aqui à gruta e, com ela, a edição on-line do tablóide desportivo.
Zé Manel Taxista, Dona Bitória e o Visconde do Lumiar, respectivamente do pincel das duplas Ricardo de Araújo Pereira - Miguel Góis, Zé Diogo Quintela - Tiago Dores, e do artista João Quadros, brilhantemente ilustrados por Ricardo Galvão, foram as mais importantes vozes no futebol português durante o penténio (vamos supor que esta palavra existe) em que habitaram as paginas do mais vendido diário desportivo português. A publicação teve o seu término na última semana de Setembro.
Esta imagem, retirada da minha biblioteca pessoal é a minha homenagem a estes três "donos da bola", aos quais dou o meu generoso "thumb up", em sinal de aprovação.
Viva eles!!

Sunday, February 05, 2006

Bom,


vou ali ver isto.
O Pedro Pinto diz que ganham os Steelers. Vamos a ver.

Austera apagada e vil tristeza

Hoje (sabe-se lá porque) não vos vou falar de futebol. Pensando bem eu até nem gosto disto e só o faço por dever. Irei dissertar então sobre o estado da nação.
A minha amargura com a situação inqualificável que o país atravessa não é de hoje e há muito que “isto” anda a passar das marcas.
Por ser um espaço dos amantes da bola (quem é que disse esta barbaridade) como aqui alem do blogue já disse não vou poder fugir ao tema, também ninguém vai para a bancada central falar de culinária não é verdade.
Para associar o futebol com o estado da nação, começo por falar do presidente da Federação Portuguesa de Futebol, o Dr. Gilberto Madail, que recentemente “comemora” 10 anos à frente da dita instituição. Ora este senhor, apesar de durante o seu mandado Portugal ter ido a 3 europeus e a dois mundiais, foi um desastre total, pois representa todo o “sanguesugismo” que existe aos cargos público.(este é semi-publico já que tem uma grande contribuição estatal).
Para além de pouco honesto (parece-me), de não dever nada à inteligência, chegou a confundir a palavra operários com operadores (podia ser pior), condeno este cowboy à boa moda portuguesa, pela sua “miserável” conduta em duas situações concretas. Mostrou toda a sua falta de carácter quando após um europeu brilhante, para mim o mais espectacular, troca Humberto Coelho o responsável por um notável trabalho por António Oliveira, irmão do magnata da comunicação social, Joaquim Oliveira. Outra negociata pouco clara deste “peso-pesado” foi a forma como se safou após o fiasco do mundial de 2002. Fugiu de todas as responsabilidades, quando no balneário aconteceram coisas do terceiro mundo, e foi buscar o campeão do Mundo o brasileiro Luiz Felipe Scolari que com um salário principesco fica em casa a assistir jogos enquanto nós os portugueses lhe pagamos o salário e as mordomias. O culminar desta “carreira” foi quando o Presidente de todos nós, o Dr. Jorge Sampaio lhe entrega o título de comendador; sim senhor foi justo.
Depois disto não há nada a dizer, estou farto dos negócios obscuros, da falta de educação, da incompetência, da falta de nível, dos empresários, do Major Valentim, do Dr. Gilberto Madail. Estou farto dessa máfia que denigre o espectáculo.
Porquê é que há mais equipas na primeira liga do norte do país? Porquê que a segunda maior concentração de Ferraris da Europa fique no vale do Ave? Porquê é que temos dirigentes federativos acusados de crimes de corrupção? A santa trindade futebol -dirigentes desportivos – construtores civis são um verdadeiro cancro para a nação. Já agora quanto é que ficou o Benfica?

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Saturday, February 04, 2006

Briosa acelera no amarelo



A Académica acabou de ganhar 3-0 ao Paços de Ferreira.
O jogo começou fraquinho, com poucas oportunidades de parte a parte, jogo lento, e poucos destaques individuais. O Paços lá ia ameaçando, mas Pedro Roma foi sempre dono e senhor da ocorrência, com um par de grandes defesas. A Académica mexia-se mal, havia jogadores em sub-rendimento, exemplos de Paulo Adriano que se mostrou mais velho e (ainda) mais lento do que o normal, Sarmento, que não acertava uma, Dionattan, que fazia muito pouco e Zada, que simplesmente não aparecia. Em contraste com este grupo, Joeano jogava como se a sua vida disso dependesse: eram corridas atras de corridas, com roubos de bola e remates perigosos. Um primor. Ainda assim, o jogo estava muito parado.
A segunda foi bem diferente. Abriu com um golo, numa boa jogada de contra-ataque, do polivalente Gélson, o primeiro na conta de um jogador que é um poço de entrega mas um abismo de técnica. A Académica começou a mostrar bom futebol. Cerca de dez minutos depois, Dionattan, depois de uma boa jogada da sua autoria no ataque, a sua melhor do jogo, rematou contra uma perna opurtuníssima de um defesa amarelo que colocou a bola para lá da linha final. Estava feito o 2-0. A Académica nunca mais parou. Nos entratantos entra o maestro da Briosa, Filipe Teixeira, a recuperar de uma lesão, o que fez com que a escolha do prof. Vingada fosse contestada nas bancadas do ECC. Sucederam-se ataques perigosos. Filipe Teixeira, Zada, Gelson, todos eles falharam golos. Mas jogava-se bem. Era de prever que a Briosa marcasse, como marcou, já em cima do minuto 90, um golo de belo efeito. Com uma abertura digna de Ronaldinho Gaúcho, Filipe Teixeira abre espaço a Luciano, que centra longo para Zé Castro (que estava meio lesionado) que assiste Serjão de cabeça.
Foi um bom jogo de futebol, principalmente na segunda parte, em que a Académica mostrou o futebol que se lhe espera desde o princípio da temporada.

Aspectos positivos:
-Ezequias fez um jogo fantástico. Sucessivas investidas pelo corredor esquerdo dos castores, alguns cruzamentos de qualidade e uma boa exibição para o que se espera que seja o regresso à boa forma deste brasileiro.
-Pedro Roma, que fez uma exibição digna de selecção. Ponto final.
-Zé Castro que, mesmo em lesão foi capaz de oferecer um golo a Serjão.
-Joeano jogou como nunca. Pena ter saído. Espero que se repita.
-Serjão marcou o primeiro de muitos

Aspectos negativos:
- Zada (apesar de um bom livre), Sarmento e Dionattan (apesar do golo) não jogaram nada de especial.
-Pouco público
-A saída do Joeano, cuja exibição me estava a encher o olho.

E pronto, é isto. Subimos para um 9º lugar provisório, o que não é nada mau, e para a semana que concluiremos a primeira série de 3 vitórias consecutivas em muito tempo.

Friday, February 03, 2006

God save the King


Hoje estive na chique pastelaria, ou boutique de pão se preferirem,(a grande venus) a ver no computador portátil de um amigo meu, também ele um amante da bola, vídeos do melhor jogador que alguma vez vi: Estou a falar de Ronaldinho Gaúcho, um senhor do futebol, um artista, um jogador que faz pessoas como eu(e como a maioria da afficion), se levantarem da cadeira, de entrarem em extase com a magia do seu jogo…Fica por isso o meu tributo a esse “mago”.Que nos continue a influenciar com os seus toques preciosos que fazem do futebol, o mais belo dos espectáculos!
Abram alas para o Rei….

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ACADÉMICA - Paços de Ferreira: (ante)visão (com uns óculos giros que eu tenho)


Bom, cá estamos. A Briosa vem de uma glorificante vitória ante o Vitória de Setúbal, uma equipa bem acima na tabela, e ocupa agora um 13º lugar algo frágil ( apenas 2 pontos acima da linha de água). Esta semana os estudantes recebem o Paços de Ferreira, uma equipa do nosso campeonato, que se encontra um ponto abaixo de nós na tabela classificativa.
A Académica tem uma baixa fundamental, que por ser tão importante não se devia chamar baixa, mas sim profunda, que é a de Roberto "a Parede" Brum. o Senhor do meio campo academista levou o 5º amarelo a semana passada e, derivado desse acontecimento, não poderá jogar contra a turma pacense. Outra baixa, pelas mesmas razões, é Hugo Alcântara que, não sendo tão importante na equipa, não tem um substituto do mesmo nível. A escolha penderá para Danilo que, não sendo tão bom, às vezes até se lembra de rubricar exibições categóricas. Nuno Luís não jogará, sendo imprevisível a escolha do mister Vingada para o substituir. Talvez Sarmento como tem sido frequente, ou talvez utilizar Pedro Silva no seu lugar de orígem pela segunda vez no ano. Logo se vê. Já Filipe Teixeira é cada vez mais uma possibilidade para o jogo. O Paços de Ferreira está, então, a 1 ponto da Académica e tem neste jogo um ponto de apoio para a manutenção. Uma derrota pode enviar a equipa treinada por José Mota para baixo da linha-de-água irremediávelmente, tendo em conta a série de maus resultados da equipa. Os da Capital do Móvel voltam a poder contar com Edson, um dos mais influentes da linha média dos castores, de volta da pouco convincente prestação angolana na CAN.

Particularmente, gostava de poder reviver as emoções que vivi neste jogo há 2 anos, um jogo em que a Briosa esteve a perder 2-0 durante a maior parte do jogo, fruto de erros defensivos gravíssimos. O Paços aproveitou para utilizar a técnica preferida do mister Mota, o anti-jogo. Durante o extenso período de compensação (resultado do anti-jogo) a Académica protagonizou uma das mais fantásticas recuperações de sempre, só ultrapassada pela deste ano na taça contra o Gil Vicente, e ganhou o jogo 3-2, num dos mais emocionantes finais de jogo a que já assisti. (Informação gratuita: estavam mais de 10 000 pessoas no estádio.)

Vamos embora BRIOOOOOOOOOOOOOOSA

Wednesday, February 01, 2006

Caro Bandeirinha


Após ter lido o teu texto, José Bandeirinha, onde te referias a mim como um dos poucos benfiquistas que sabia ler e escrever apesar de linsonjeado pelo teu "mimo" fiquei desapontado com as tuas barbaras afirmações. Decidi, por isso, usar indecentemente este blog para te endereçar um recado; Estás muito enganado ao pensar que nós os benfiquistas somos só iletrados, e para te demonstrar isso mesmo vou deixar-te uma panóplia de bons argumentos que te vai levar a repensar as suas afirmações.
Prova numero um: o nosso primeiro-ministro é de que clube? Benfica! (ups mau exemplo) o grande apresentador de televisão, o saudoso Carlos Cruz é de que clube? Benfica! (continuo com maus exemplos) o grande, não, direi mesmo o sublime Marcel, é do Benfica desde pequenino.
Deixemo-nos de argumentos com base na autoridade, (boa piada) para te trazer a ti, caro companheiro da bola, outra grande prova e talvez a mais categórica, como o Benfica não é um clube de borgessos na mais verídica acepção da palavra.
Mas antes de passar às provas que irao refutar essa tua (nao direi ridicula) tese, aviso-te que me dirijo a ti apenas porque és sócio de um clube que muito prezo e porque não és adepto dos amadores da segunda circular nem adepto do clube que tem uma parceria privilegiada com a PJ do norte.
Bem, caro Bandeirinha, a prova que eu tenho como ser benfiquista não é sinónimo de ignorancia baseia-se no facto, do Sport Lisboa e Benfica ser a maior instituição desportiva em Portugal e ao mesmo tempo ser o maior catalizador de alegrias (e também de tristezas) de toda a península ibérica, como diria o nosso amigo Egdaras Jankauskas a quando a sua passagem pelo glorioso;"é mais que um clube, é uma religião", retira desta afirmação as devidas ilacções.
Se depois de tudo isto não aceitas a minha argumentação, digo-te, então, que tenho muita honra e orgulho de fazer parte desses 6 milhões de apelidados ,por ti, de “burros”!

Termino com o cliché do “saudações benfiquistas” e apelo ao senso de humor de todos os leitores deste post, esperando que não interpretem mal as minhas palavras! Até a próxima cambada!

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De acordo com Os Pardalitos do Choupal, Tozé, júnior da Académica passará a integrar os treinos de Nelo Vingada. O ponta de lança deixa assim os treinos de Tó Miranda. Que tenha toda a sorte ao serviço da camisola Academista!
Parabéns também ao juvenil Eduardo Janico que internacionalizou pela primeira vez como central na Selecção de sub-17.

Por aqui se vê como é importante a formação como base nos exitos a médio-longo prazo de um clube!

(também disponível em www.amesadecafé.blogspot.com)

Vitória em Setúbal

Foi com uma grande alegria que, juntamente com outros apaixonados como eu, me desloquei à margem sul para apoiar a grande Briosa. Era eu e mais algumas dezenas de apaixonados (pela Académica, aqui não há nada de paneleirices!) que se encontravam no estádio do Bonfim numa segunda feira com temperaturas quase nulas, prescindindo de comodismos, lareiras e Sport TV’s.
Ao chegar ao minuto 69, os locutores da RUC terão tido o prazer de, num acto de coragem, substituir a banda sonora do minuto em decurso pela ainda mais agradável música do golo (um abraço para a RUC, mas não para os que, ao abrigo da transmissão encontraram uma possível desculpa para não ir ao estádio). No bonito minuto 69, Joeano introduz o esférico no orifício da baliza sadina. Assistência do senegalês N’Doye, estreante nesse mesmo jogo. Não podemos deixar de, com toda a imparcialidade, deixar de salientar que houve dúvidas na validação do golo. No entanto, ele foi efectivamente validado por Cosme Machado. Não vou fazer qualquer comentário a não ser o da minha total satisfação com o resultado. Se alguém acha escandaloso, que vão pedir as gravações de jogos como ode Braga, Estádio da Luz, Porto, e outros…
E isto deve-se a uma primeira parte com alguma pressão da parte dos Sadinos aguentada pela defensiva de Coimbra, onde não estava Hugo Alcântara nem Nuno Luís, mas sim Sarmento e Danilo, que com muitas daquelas, tão cedo não volta a jogar os 90 minutos em campo, nem sequer a primeira parte completa. Aos 34, já com um cartão amarelo aos 8 minutos, faz falta de novo; valeu Cosme Machado que atribuiu o amarelo a Sarmento (alguém sabe o que fazia ele a lateral). Hélio Sousa descuidou-se nos flancos onde se ia reflectindo a vulnerabilidade da equipa da cidade da grande baía.
Assim, quase toda a segunda parte foi dominada pelos Estudantes. A estreia de N’Doye foi muito boa, Serjão não jogou tempo suficiente para exibir o que vale. Também Zada (ainda podia fazer melhor) e Joeano (decisivo) estiveram bem em campo e Roma continuou a mostrar que é absolutamente imprescindível. Segundo a minha opinião e d’A Bola, o melhor em campo foi Roberto Brum. Brum é o meu jogador de eleição na Briosa. Brum é um jogador influente no meio campo, não se inibe de ir à frente, distribui bem jogo e não tem dificuldade em auxiliar a defesa. Está de parabéns, não por este jogo, mas pelo trabalho que tem feito na maioria dos jogos que disputou desde que chegou a Coimbra.

Balanço positivo da visita dos estudantes à cidade do poeta Bocage e da cantora Luísa Toddi. No intervalo, em conversa com um indivíduo adepto do Vitória, fiquei com a ideia que a situação financeira complicada em que o clube se encontrava está em vias de ser ultrapassada, espero que sim. Não posso esconder o meu apreço por este clube antigo e digno de uma cidade também antiga e digna, mas muito desigual, que tem sido esquecida nos últimos anos.
Não esquecer o protesto da claque de apoio à Académica, que trazia duas faixas com frases reclamando, com toda a razão os jogos à segunda-feira, que com a ajuda das transmissões televisivas farão com que cada vez menos pessoas vão aos estádios.

Por fim, faço o que devia ter feito no anterior texto. Apresento a minha equipa actual do Show-de-Bola. Comigo escreve João Cunha, um dos poucos benfiquistas que conheço que sabe ler, escrever e quase não dá erros ortográficos, Miguel Pinto dos Santos, um homem da Académica, uma pessoa como deve ser. Ninguém do Sporting escreve para o blogue, visto que no último mês não encontrámos ninguém com coragem de assumir ser sportinguista (pode ser que esta semana as coisas mudem). Ouvi dizer que havia outro membro a escrever no show-de-bola, mas não sei quem será…ainda nem vi nada escrito por ele. Por falar em produtividade nula, não vi o Marcel jogar, alguémviu? Cá para mim, deu lhe a vontade e sem ninguém notar foi ao WC fazer companhia ao Nuno Gomes.
Para finalizar, peço muito que vão ao Estádio Cidade de Coimbra no Sábado antes de irem para os copos ou no intervalo do estudo. É PERCISO APOIAR A BRIOSA E GRITAR BEM ALTO PELA ACADÉMICA!

(também disponível em www.amesadecafe.blogspot.com)